Dia 4 – Protegidos e Reconhecidos

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Genêsis, 15:1
Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão numa visão, dizendo: Não temas, Abrão; eu sou o teu escudo, o teu galardão será grandíssimo.
 
A vida corre sempre na direção dos nossos desejos e isso é um contínuo sem fim. Nossa vida gera obras, e obras são as heranças que deixaremos às gerações e assim até o final dos tempos. 
 
Compor a nossa vida dentro dos preceitos divinos é criar a maior de todas as heranças ao mundo. Deus não é uma concepção humana, mas uma percepção e, como tal, guia o âmago do homem rumo a um destino baseado em um amor verdadeiro. Esse amor protege-o e recompensa-o.
 
Quando nos confrontamos com o divino, somos desafiados. Não desafiados a seguir uma moral, mas desafiados a permitirmos que a percepção da existência de Deus seja real e como tal nos invocar o amor guia. Abrão, que se tornou Abraão, é um grande exemplo que a permissão da percepção gera frutos. Ele não temeu e entregou seu amor à Deus e, junto a Sarah, perseverou e criou um rebanho que cobre o mundo.
 
Deus nos é escudo não para escondermo-nos, mas para seguirmos em frente na percepção de Seu desejo sem medo ou vergonha. Seguindo em frente e empunhando o escudo, seremos recompensados. 
 
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